sábado, 4 de junho de 2011

Venom


Venom é uma banda de metal inglesa , formada em 1979. O Venom nasceu da NWOBHM, influenciou o thrash metal e o death metal, além de dar origem ao estilo black metal com o álbum e a canção de mesmo nome, de 1982.

Biografia

Uma influência seminal para a evolução do thrash e black metal, o Venom se formou no final dos anos 70 em Newcastle, Inglaterra. Originalmente um quinteto chamado Oberon, eles finalmente reduziram sua formação para um trio contendo o vocalista/baixista Conrad “Cronos” Lant, guitarrista Jeff “Mantas” Dunn, e baterista Tony “Abaddon” Bray. Influenciado pela intensidade pesada do Motörhead e pelo visual vistoso do KISS, o recentemente renomeado Venom desenvolveu um som negro e cruel que pavimentou o caminho para o vindouro levante da música thrash; similarmente, sua imagem macabra e orgulhosamente satânica provou-se uma grande inspiração para as legiões de bandas de black metal que apareceram com o seu despertar, até mesmo dando ao gênero seu nome com seu segundo LP de 1982, “Black Metal” (a estréia, “Welcome To Hell”, viera um ano antes).
O terceiro álbum do Venom, “At War With Satan”, seguiu em 1983, e dois anos depois eles lançaram “Possessed”. Mudanças de formação contaminaram o grupo nos anos que vieram, com Mantas saindo no lançamento do ao-vivo “Eine Kleine Nachtmusik”, de 1985; os guitarristas Matt Hickey e Jimmy Clare vieram como substitutos, estreando no “Calm Before the Storm”, de 1987. Porém, Cronos saiu também, montando uma carreira solo e levando Hickey e Clare com ele; nesse ponto Mantas se juntou a Abaddon para formar uma nova edição do Venom com o ex-vocalista/baixista do Atomkraft, Tony Dolan e o guitarrista Al Barnes. A nova formação estreou no “Prime Evil”, de 1989; “Tear Your Soul Apart” apareceu um ano depois.
Depois de “Temples of Ice”, de 1991, Barnes deixou o Venom; sua ausência foi preenchida por Steve White, que junto com o tecladista V.X.S. foi recrutado em tempo para o “The Waste Lands”, de 1992, antes de ambos rapidamente saírem. O trio Mantas, Abaddon e Dolan continuou a fazer turnês durante a metade da década, apesar de nenhuma gravação de estúdio ter saído; finalmente, Cronos voltou ao Venom em 1996, abrindo caminho para a saída de Dolan. O retorno à ativa da formação original foi anunciado pelo lançamento do mini-álbum “Venom ‘96”, seguido em 1997 pelo full-lenght “Made In Stone”. Depois de uma turnê mundial, o Venom lançou o disco duplo “New, Live & Rare” no meio de 1998. “Buried Alive” apareceu um ano depois, e na primavera de 2000 o grupo voltou com “The Court of Death” e “Beauty and the Beast”. Em 2006 eles celebraram seu 25o. aniversário com “Metal Black”.

Membros

  • Cronos — vocal, baixo (1979-87, desde 1995)
  • Rage — guitarra (desde 2007)
  • Danté — bateria (desde 2009)

Ex-membros

  • Jesus Christ (Clive Archer)  vocal (1979-1980)
  • Alan Winston  baixo (1979)
  • Mantas (Jeff Dunn)  guitarra (1979-1985, 1989-1992, 1995-2004)
  • Abaddon (Tony Bray)  bateria (1979-1992, 1995-1999)
  • Mykus (Mike Hickey)  guitarra (1987, 2005-2007)
  • James Clare  guitarra (1987)
  • Demolition Man (Tony Dolan)  vocal, baixo (1989-1992)
  • Alisdair Barnes  guitarra (1989-1991)
  • War Maniac (Steve White)  guitarra (1992)
  • Antton (Antony Lant)  bateria (2000-2009)

Discografia

Álbuns de estúdio

[editar]Outros

  • American Assault EP (1985)
  • Canadian Assault EP[editar] (1985)
  • French Assault EP (1986)
  • The Singles 1980-1986 (1986)
  • Eine Kleine Nachtmusik [ao vivo] (1987)
  • Tear Your Soul Apart EP (1990)
  • The Book Of Armageddon (Best Of) (1992)
  • Skeletons in the Closet (Best Of) (1993)
  • Old, New, Borrowed and Blue (Best Of) (1994)
  • Venom ' 96 EP (1996)
  • Kissing the Beast (Best Of) (2002)

sábado, 30 de abril de 2011

Teclado

 

O teclado é um instrumento musical eletrônico, temperado, no qual se executam melodias e notas, formando uma harmonia. É composto por um conjunto de teclas adjacentes pretas e brancas, que quando pressionadas produzem os sons. 

O número de teclas pretas e brancas nos teclados atuais podem variar de acordo com o fabricante. Por padrão, os teclados arranjadores da Yamaha vem com 61 teclas, (36 brancas e 25 pretas). Já os da marca Casio vem com numeração diferente: 59 teclas (34 brancas e 25 pretas).

Categorias

Existem diferentes categorias de teclados musicais eletrônicos:

Arranjadores

São teclados que possuem vários estilos musicais (pop, jazz, rock, balada, samba, bossa nova, dance, e muitos outros), onde pode-se criar e modificar outros estilos, acompanhados por parte rítmica (bateria), baixo, strings, cordas (violão, guitarra), metais (trompete, trombone, etc.), bem como ainda pode-se sintetizar estes timbres (sons). São mais utilizados por iniciantes ou músicos em perfomance solo (sem banda).

Sintetizadores

Possuem recursos de edição de timbres (alteração de freqüências, modulação, efeitos, etc.), com isso criando novos timbres (sons). São muito usados por profissionais em perfomances ao vivo com banda.

Workstations

São teclados mais complexos, que envolve síntese de sons e sequenciadores para composição, arranjos de partes musicais ou peças musicais completas. São mais usados em estúdio.

Teclados Controladores

São teclados com diferente número de teclas, na maioria das vezes não possuem timbres, que tem a finalidade de controlar outros instrumentos digitais através de MIDI (comunicação entre instrumentos digitais), controla uma bateria eletrônica, computadores, módulos de som, etc.

Exemplos de instrumentos de teclados

Outros usos

O teclado, por ser um equipamento eletrônico, tem a capacidade de produzir variados tipos de sons e auxiliar tando as partes melódicas como as de percussão e harmonia, alguns teclado incorporam programação com mais de mil tipos de sons diferentes, como instrumentos de percussão, melodias sintetizadas e instrumentos musicais antigos. Alguns teclados também possui capacidade para captar sons externos, modifica-los e reproduzi-los.
Também foi utilizado para fins não musical como uma máquina similar ao telégrafo criado por George m. Phelps em 1859, que reproduzia mensagens através dos sons.[2][3]

Marcas

Atualmente existem inúmeras marcas de teclados, que vão dos mais simples aos mais sofisticados com grande possibilidade de síntese de sons e arranjos musicais.
Marcas mais conhecidas:

Sintetizador

Um sintetizador é um instrumento musical eletrônico projetado para produzir sons gerados artificialmente, usando técnicas diversas.
Um sintetizador cria sons através da manipulação direta de correntes elétricas (sintetizadores analógicos), leitura de dados contidos numa memória (sintetizadores digitais), ou manipulação matemática de valores discretos com o uso de tecnologia digital incluindo computadores (modulação física) ou por uma combinação de vários métodos. No estágio final, as correntes elétricas são usadas para causar vibrações no diafragma de caixas de som, fones de ouvido, etc. O som sintetizado é diferente da gravação de um som natural, onde a energia mecânica da onda sonora é transformada em um sinal que então é convertido de volta à energia mecânica quando tocado (embora o método de sampling mascare esta distinção).

História

Foi inventado em 1960 pelo russo Leon Theremin, mas o modelo mais identificado como um sintetizador como conhecemos, data de 1964, desenvolvido por Robert Moog e Herbert Deutsch, chamado: Moog. Era monofônico (só era possível tocar uma nota por vez) e ocupava grande espaço. A primeira utilização de um sintetizador em um show ao vivo foi ainda na década de sessenta, pelo grupo The Nice, liderado por Keith Emerson, que posteriormente formaria o Emerson, Lake & Palmer. Posteriormente, foram desenvolvidos sintetizadores bem menores e polifônicos, como o Polymoog, de 1976, podendo-se, assim, gerar acordes. Hoje é utilizado também pelo músico francês de música eletrônica: Jean Michel Jarre recordista mundial de público em show aberto.

Bateria

A bateria é um conjunto de tambores (de diversos tamanhos e timbres) e de pratos colocados de forma conveniente com a intenção de serem percurtidos por um único músico, denominado baterista, geralmente, com o auxílio de um par de baquetas, vassourinhas ou bilros, embora no caso de alguns executantes, possam também ser usadas as próprias mãos.

História

O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock e pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea desde os década de 20 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910.William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou dependurava nos ombros com uso de correias.
Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria – ou trap set, como foi chamada inicialmente.
Nos anos 80, alguns fabricantes, tais como Simmons, Yamaha, Roland entre outros, criaram baterias eletrônicas que, além de sons pré-gravados, podiam também funcionar como samplers, gravando sons que depois são executados sempre que o instrumento é percutido.
Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil e nós como admiradores desse instrumento devemos estar atualizados com essa evolução, buscando a cada dia conhecer mais o instrumento. Entre as marcas que fizeram história no Brasil incluem-se a Pingüim e a Gope (anos 60 e 70) e a Odery que hoje é considerada uma das melhores baterias no mundo, tendo seu início como uma Handmade (feita a mão). Com o surgimento de novas tecnologias e a importação de ferragens e acessórios, novas fábricas na década de 1980 começam a fabricar somente os cascos em cedro, marfim e bapeva utilizando-se de ferragens americanas como a Luthier, RMV e Fischer. Incluem-se várias firmas de acessórios como a Ziltannam e a Octagon (pratos), C.Ibanez e a Liverpool (baquetas), RMV, a Remo e Luen (peles sintéticas), Rock Bag (cases e bags).
Mundialmente, marcas como Pearl, Ludwig, Sonor, Yamaha, dentre outras, são líderes na fabricação das melhores baterias e ferragens. Para citar os melhores pratos, seja processos utilizados e ligas, podemos enumerar Zildjian, Sabian, Paiste e Meinl.

Constituição

Seu peso varia de 40 a 70 kg. Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas;

Pratos

  • Um chimbau (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
  • Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride ou swish), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé;
  • Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execussão rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.

Materiais de construção

De uma forma geral, os tambores das baterias são construídas em madeiras seleccionadas, podendo também encontrar-se elementos construídos à base de plásticos, metais e/ou outras ligas.
Diversos fabricantes têm efectuado diversas experiências de forma a obter os melhores sons a partir da madeira, tendo concluído que o mogno, a bétula e o plátano produzem as madeiras mais aceitas para a construção destes instrumentos. Já em relação às tarolas (caixas), as ligas metálicas baseadas em aço, latão ou cobre são as preferências dos modelos de entrada de gama, embora os modelos fabricados em madeira de bétula e plátano tenham melhor aceitação nos modelos de topo de gama.
No Brasil, apesar de um certo atraso em relação aos produtos americanos e europeus, desde a década de 60 há indícios da fabricação de baterias pré-montáveis. Originalmente usava-se o Cedro como material para a produção de cascos e casualmente o Pau-marfim. Hoje a indústria brasileira já inova neste conceito utilizando madeiras certificadas como a Bapeva que é uma madeira com o dobro de densidade do Maple americano (o mais utilizado para a produção de cascos de bateria), ou seja, mais dura e mais resistente.

Postura do músico

O baterista toca no instrumento sentado sobre um banco, de forma a manter a caixa entre as pernas que deverão ficar por isso ligeiramente abertas. No caso de bateristas destros, o pé esquerdo assentará sobre o pedal do chimbal e o direito sobre o do bumbo, sendo que, muitos bateristas canhotos adoptam uma postura simétrica a esta.
Alguns bateristas usam um segundo bumbo, ou um pedal duplo, percutido através do pé que geralmente acciona o chimbal, sendo necessário o uso de algumas técnicas adicionais, de forma a conseguir manter a coordenação entre os diferentes ritmos musicais que a música eventualmente possa exigir.

Baixo

O baixo ou contrabaixo, também conhecido como guitarra baixo e viola baixo em Portugal, é um instrumento musical melódico, destinado especificamente a executar a parte grave de uma linha músical. Pode ser acústico ou elétrico.
O nome guitarra baixo pode ser dado também a específicos modelos de guitarras clássicas, mas que possuem afinação um pouco mais grave que a guitarra clássica tradicional; esta guitarra baixo clássica é afinada uma quarta abaixo da tradicional guitarra, e não pertence a família dos baixos.

Variedades

Entre os baixos mais comumente encontrados estão as seguintes variações:

Baixo elétrico

O contrabaixo ou baixo elétrico, que pode ser encontrado na maioria das bandas de rock, pop, jazz progressivo; possui corpo sólido e captadores para amplificar o seu som. O baixo elétrico é um instrumento relativamente novo em comparação ao baixo acústico. Lançado no fim de 1951, a criação de Leo Fender ajudou a resolver muitos problemas dos baixistas existentes até então. O mais revolucionário instrumento musical do século XX foi inspirado na guitarra elétrica Telecaster. Fender batizou o primeiro baixo elétrico de Precision.

Baixo acústico

Versão mais compacta do contrabaixo, similar a uma guitarra (violão) clássica bem grande, e sua performance é na mesma postura da guitarra acústica, onde o músico permanece com o baixo acústico descansando sobre suas pernas na posição horizontal e o músico sentado. Um personagem que se destaca nesse ramo é, Steve Harris do Iron Maiden sendo conhecido por muitos como o maior baixista da história.

Sem trastes ou fretless

Fretless ("sem traste") é o nome na língua inglesa para o contrabaixo sem os trastes, estes "ferrinhos" que dividem o braço do instrumento em semitons. Contrabaixo sem traste é comum tanto entre os contrabaixos clássicos (que fazem parte da seção dos instrumentos de cordas em uma orquestra), como pode também ser encontrado entre os baixos elétricos (os modelos desta matéria), assim como na versão dos contrabaixos de orquestra que são eletrificandos (com caixa acústica eletrificada com Captador).

Cordas

O baixo possui de quatro à seis cordas (basicamente) que geralmente são em uma oitava do violão. A afinação mais comum em baixos de de 4 cordas é Sol (G), Ré (D), Lá (A) e Mi (E), representando a sequência da 1ª à 4ª corda, da mais aguda à mais grave. O de 5 cordas tem duas afinações muito comuns que variam de acordo com a corda adicionada sendo à 1ª ou à 5ª que são Dó (C), Sol (G), Ré (D), Lá (A) e Mi (E) ou Sol (G), Ré (D), Lá (A), Mi (E) e Si (B) representando a sequência da 1ª à 5ª corda, da mais aguda à mais grave. A afinação mais comum em baixos de 6 cordas é Dó (C), Sol (G), Ré (D), Lá (A), Mi (E) e Si (B), representando a sequência da 1ª à 6ª corda, da mais aguda à mais grave.

Guitarra Elétrica

A guitarra elétrica (AO 1945: eléctrica) (também chamada apenas de guitarra) é um instrumento musical pertencente à família das guitarras, cujo som é sempre amplificado eletronicamente. É um Instrumento de cordas (ou cordofone), ou seja, o som é produzido manualmente pela vibração das cordas como no violão, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos).
Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os sinais elétricos em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante.
Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, música pop, blues e jazz, podendo ser encontradas ainda em outros gêneros musicais.

Modelos de guitarras

Pode-se dividir as guitarras elétricas em dois modelos básicos: Guitarras Maciças e Guitarras Semi-acústicas.

Guitarras maciças

São guitarras de construção maciça, não possuem caixa de propagação acústica, seu som natural é pouco intenso e consegue ter mais sustentabilidade na nota. Podem ter o braço embutido ao corpo (quando inteiramente feito de uma única peça de madeira), colado ou ainda parafusado. Pelo fato de não apresentarem caixa acústica, a madeira com que são construídas é a principal responsável pelo timbre que elas entoarão. As guitarras maciças são preferidas por músicos que necessitem adicionar efeitos sonoros (principalmente distorção) e tem seu uso mais realizado para produção de músicas dos estilos e derivados do rock como o heavy metal. Os modelos mais conhecidos entre as guitarras maciças são as Fender Telecaster e Stratocaster, as Gibson Les Paul e SG, bem como as guitarras Ibanez, Jackson, ESP, Washburn, muito utilizadas no heavy metal.

Guitarras semi-acústicas

São guitarras que possuem caixa de propagação acústica, seu tamanho é relativamente maior que as maciças e seu som natural também é mais intenso. A abertura acústica pode causar influência na captação elétrica dependendo do tipo do captador usado (maior influência com captadores passivos e menor, ou nenhuma com captadores ativos). São guitarras mais usadas sem a adição de efeitos e são preferidas por músicos na produção de músicas jazz e blues tradicional.

Captadores

Captadores magnéticos

Detalhe dos captadores de uma guitarra padrão Stratocaster. Humbucking (esquerda, ponte) e Single-coils (demais, centro e braço)
 
A maioria das guitarras atcuais utiliza captadores desta natureza. O captador de guitarra tem função de transformar as ondas mecânicas produzidas (o som), principalmente produzidas por cordas, em ondas eléctricas. Existe uma grande quantidade de tipos e qualidades de captadores no mercado, eles são habitualmente classificados levando em conta suas características técnicas: Quanto à alimentação, dividem-se em captadores ativos e captadores passivos; quanto ao número de bobinas, dividem-se em captadores simples (single-coils), captadores duplos (humbuckings) ou quádruplos (quad-rail); podem ser divididos ainda, quanto ao material magnético, em captadores cerâmicos e captadores de alnico;

Captadores passivos

Não necessitam de alimentação elétrica (fonte de energia elétrica) para funcionarem. Apresentam grande integração com os demais materiais da guitarra. Enorme variedade de timbres e qualidades. Em maioria são de alta impedância e captam interferências diversas com facilidade.
Os captadores são na verdade uma bobina, ou seja, consistem de magnetos enrolados por um fio (coil) criando assim o campo magnético que é perturbado pelas cordas de metal ao vibrarem em frequencias diferentes, tal perturbação no campo magnetico gera o impulso elétrico que mais tarde é convertido em som (onda mecânica).

Captadores ativos

Necessitam de alimentação para funcionarem. Integração reduzida com os materiais da guitarra. Sons uniformes, previsíveis e pequena variedade de timbres. Captam menor interferência por terem menor impedância.

Captadores cerâmicos

São feitos com material mais barato e são mais comuns no mercado.

Captadores de AlNiCo

São feitos com materias mais caros e selecionados, sua qualidade normalmente é superior aos cerâmicos. Os imãs dos núcleos são feitos de uma liga de Alumínio, Niquel e Cobalto. Existem varios tipos de AlNiCo dependendo da percentagem dos componentes em sua mistura. O mais comum em captadores são os AlNiCo II e o V. Magnetos compostos de alnico tendem a soar mais vintage. São também comumente mais caros devido à materia prima.

Captadores simples (single-coils)

São estruturados apenas com uma bobina. São mais sensíveis às interferências que causam ruídos. Em geral, o timbre resultante tende a ser mais limpo, brilhante, estalado e estridente em comparação com os humbuckers. Um exemplo do uso de captadores single é o timbre das guitarras Fender.

Captadores duplos (humbuckings ou humbuckers)

São estruturados com duas bobinas em um só corpo. Normalmente as duas bobinas funcionam em polaridades inversas. Assim cada uma elimina parte do nível de ruído da outra. Essa interação também altera a resposta tonal do captador, o que lhe confere um som diferente daquele produzido por um captador single-coil. Em geral, o timbre resultante tende a ser mais cheio, vigoroso, macio e adocicado em comparação com os single-coils. Um exemplo do uso de captadores duplos é o timbre imortalizado pelas guitarras Gibson Les Paul.
Alguns captadores duplos apresentam a mesma aparência externa tradicional dos captadores simples, pois possuem as duas bobinas empilhadas, a exemplo dos modelos HS-2 e HS-3 da Dimarzio e a série Noiseless da Fender.

Captadores quad-rail

São estruturados com quatro bobinas em um só corpo.

Modificações elétricas

As modificações podem ser inúmeras, dentre as mais comuns são a adição de: distorção, repetição (delay), reverberação, equalização, flange, phaser, wah-wah e chorus. As modificações dos sinais elétricos podem ser feitas por aparelhos eletrônicos próprios como: pedais compactos, pedaleira de guitarra (tais como modelos fabricados pela Boss, Digitech e Zoom), rack de efeitos, efeitos produzidos por computador (Cakewalk Sonar 1, 2, 3, 4, 5; SoundForge, Protools) ou amplificadores de guitarra com efeitos embutidos.

Altura

A altura do som produzido depende da relação física entre o comprimento da corda, de sua tensão e sua espessura.
Basicamente, quanto mais curto o comprimento da corda, quanto mais fina a corda ou quanto mais distendida a corda, maior velocidade terão as vibrações, logo, mais aguda será a nota (ou mais alta).
A altura padrão das cordas soltas de uma guitarra (ou a afinação padrão) é igual a do violão (das cordas agudas para graves): Mi, Si, Sol, , e Mi. Porém, existem infinitas combinações de afinação das cordas soltas. Existem ainda guitarras com mais de 6 cordas. Sua afinação pode obedecer a razão de intervalos das anteriores ou não.
Detalhe da execução de um bend de dois dedos
Esquema do funcionamento da alavanca tipo flutuante
O guitarrista pode modificar a altura da nota executada de diversas maneiras. A mais comum é pressionar a corda num determinado traste para diminuir ou aumentar o comprimento da corda que vai vibrar tornando a nota mais alta ou mais baixa. Cada traste divide o comprimento da corda numa razão geométrica que altera a altura da nota sempre em semitons (de acordo com o temperamento atual). Outra maneira comum é esticar ou até distender a corda com o uso de técnicas como 'bend' e alavancada, essa técnica tira o temperamento original do instrumento.

Intensidade

A intensidade do som produzido depende respectivamente da intensidade de vibração das cordas, da proximidade das cordas do captador magnético, da qualidade e tipo de captador magnético, da quantidade de sinal eléctrico perdido nos cabos eléctricos, do nível de amplificação eléctrica e da qualidade e tipo do alto-falante, dentre outros factores.

Temperamento musical

A maioria das guitarras elétricas convencionais possuem o braço dividido em trastes que determinam a relação de altura entre as notas. Ou seja, são instrumentos musicais temperados.

Intrumentos - Vocal

Na música, um vocalista ou cantor é um músico que canta, ou seja, usa a voz como seu instrumento musical. Um cantor principal, ou solista, é aquele que canta as voz primária de uma música, enquanto o cantor de apoio (ou, o coro) canta a voz de apoio (ou, a parte do canto coral) de uma música.
Numa obra para coro e instrumentos e ainda com partes adicionais e separadas para solistas vocais, os solistas, ordinariamente, podem também cantar a parte do coro quando os solistas não tem partes separadas. Em textos de programas, ou de gravações, o termo vocal se refere a parte instrumental que um cantor executa (i.e. o instrumento deste); assim como podemos encontrar o termo, baixo, para quem toca o contrabaixo; percussão, para quem toca a percussão, e assim por diante.
Em música, as vozes são tratadas tal como instrumentos musicais. Os exercícios vocais que um cantor faz chama-se vocalise.

Tipos de vozes

As vozes são comumente classificadas por gênero e extensão vocal, como se segue:

Vozes femininas

Infantes
Adultos

Vozes masculinas

Adultos
Infantís
Voz de transição